O que andam dizendo da gente por aí...

Nesses seis anos de existencia, A Obra já foi citada (e elogiada) em vários veículos de comunicação de Minas e do Brasil...

  • A Obra foi eleita como a melhor casa de shows de Belo Horizonte em 2003 pela revista Veja.

  • Revista MTV edição no. 30 - outubro de 2003
    "Sem dúvida é um dos mais descolados da cidade. A programção privilegia bandas independentes e novas vertentes da música brasileira. Mas, se a idéia é ouvir o que há de bom na cena eletrônica, prefira os dias em que os DJs se responsabilizam pelo som. A dica é sempre chegar depois de meia noite, horário em que a casa começa a encher. E fique de olho na programação para não errar: o público varia muito conforme a atração. Vá com energia para dançar a noite toda. Os preços? Entre 3r$ e 7r$ de entrada. Vale cada centavo."

  • A edição da revista Trip de Janeiro de 2001 deu um longo destaque para o Bar, numa matéria com várias fotos do local e dos frequentadores.

  • Prêmio Dynamite

    "Respeitada em todo o Brasil, a OBRA é a melhor casa noturna do cenário alternativo em Belo Horizonte e uma das melhores de todo o Brasil, o que pode ser comprovado com sua classificação em segundo lugar no Prêmio DYNAMITE de Música Independente, na categoria "melhor casa noturna", no qual recebeu 16,06% de quase sessenta e dois mil votos numa eleição que envolveu
    10 casa noturnas de todo o país.

    A revista e portal DYNAMITE é uma das mais respeitadas e conceituadas publicações do gênero no Brasil, sendo conhecida
    internacionalmente.

    "Na categoria Casa Noturna, apesar de o Hangar 110 ter disparado na frente, a mineira A Obra surpreendeu ao chegar no segundo lugar, valorizando o trabalho feito não só na cena local, mas nos festivais que acontecem lá a toda hora.

    A Obra desbancou casas importantes de grandes centros como Rio, Curitiba e mesmo São Paulo."


    Marcos Bragatto

    Dynamite Online
    / Coluna Rock é Rock mesmo


  • A Obra também apareceu no "Melhores do Ano" da Revista Veja-Minas nos anos de 97, 98, 99 e 2000, sendo citada, na mesma publicação, como o melhor lugar de BH para dançar pelo baixista da banda Patu-Fu, Ricardo Koctus.

    "Um dos lugares preferidos da galera alternativa da cidade" - Paulo Navarro, Caderno Magazine, O Tempo, 6/7/2000

    "A aposta na música foi um diferencial que conquistou um público cativo" - O Tempo, 7/7/2003

    "Uma boa opção para quem está a procura de um ambiente diferente" - Estado de Minas, 11/7/1997

    "Ja que o negócio é ser diferente, vamos logo para um bunker dançante (...), um espaço aberto para aprodução alternativa da cidade" - Estado de Minas, 28/11/1997

    "A proposta é unir a cultura e a diversão num espaço alternativo para a realização de shows, mostras e exposições, tudo combinado com boa música, chopp gelado e, é claro, gente bonita" - Jornal de Casa, 18/01/1998

    "Um dos problemas que as novas bandas enfrentam é exatamente a falta de lugar para tocar. Pensando nisso, criou-se o Bar Dançante A Obra "- Estado de Minas, 20/2/1998

(c) 2003, A Obra - Bar Dançante